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Operação Gol Contra apreende 1.680 camisetas de times falsificadas na região da Arena Pantanal

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Mais 1.680 camisetas de times de futebol falsificadas foram apreendidas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), na Operação Gol Contra, deflagrada na sexta-feira (21.07), tem como alvo vendedores ambulantes que atuam com a venda de produtos piratas proximidades da Arena Pantanal, em Cuiabá. Nove pessoas foram conduzidas à Central de Flagrantes da Polícia Civil e autuadas por crime contra a propriedade de marca e concorrência desleal.

Os trabalhos contaram com apoio de policiais da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá e Delegacia Especializada de Defesa da Pessoa Idosa e da equipe do 10º Batalhão da Polícia Militar

Em uma ação conjunta, as equipes policiais abordaram de uma só vez todos os pontos de venda instalados nas Avenidas Ranulfo Paes de Barros e Agrícola Paes de Barros, que dão acesso ao estádio, e apreenderam 1.680 camisetas de times de futebol, principalmente das equipes do São Paulo Futebol Clube e do Cuiabá Esporte Clube. Os dois times duelam neste sábado (22) na Arena Pantanal, pelo Campeonato Brasileiro da Série A, masculino.

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Segundo informações divulgadas pela CBF, o futebol brasileiro, em toda a sua cadeia, direta e indiretamente, representa 0,72% do PIB brasileiro, em um total de R$ 52,9 bilhões de reais anuais. Estudos apontam, ainda, que 37% das camisas de times de futebol comercializadas no País são falsificadas, o que significa prejuízo aos times de futebol brasileiro e, em Mato Grosso, principalmente à equipe do Cuiabá.

O delegado da Decon, Rogério da Silva Ferreira, destacou que as ações de combate à pirataria de camisetas de times de futebol serão intensificadas, em razão dos prejuízos causados aos times e à geração de empregos. “As ações terão como foco os vendedores que atuam nas proximidades da Arena Pantanal, assim como nas principais avenidas da Capital, tanto neste sábado, quando nos próximos jogos do Cuiabá, como no final de semana do dia 06 de agosto, quando a equipe mato-grossense enfrentará o flamengo”, disse o delegado.

Vigia Mais

A segurança no entorno da Arena Pantanal será intensificada ainda com o auxílio da tecnologia e a instalação de onze câmeras do programa Vigia Mais MT do Governo do Estado, o que possibilitará que a Polícia Civil monitore, em tempo real e à distância, suspeitos que expuserem produtos piratas a venda, assim como a prática de outros crimes como roubos e furtos nas proximidades do estádio.

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Destinação

Após a realização de perícia no material e a conclusão das investigações, as camisetas apreendidas na operação poderão ser doadas pela Polícia Civil para crianças e adolescentes carentes de programas e organizações sociais sem fins lucrativos de Cuiabá e Várzea Grande.

Gol Contra

O nome operação faz referência aos consumidores que compram o produto falsificado para torcer e apoiar o time, porém na realidade, trazendo prejuízos à equipe, tratando-se de um verdadeiro “Gol Contra” no futebol.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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