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Operação Final de Ano intensifica policiamento em todo o estado

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A Polícia Militar de Mato Grosso lançou, na manhã desta sexta-feira (16.12), em todo o Estado, a Operação Final de Ano, cuja finalidade é a garantia da segurança pública para a sociedade mato-grossense durante o último mês do ano. Em Cuiabá, a solenidade de lançamento foi na Praça das Bandeiras, no Centro Político Administrativo.

O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, afirmou que a Operação Final de Ano ocorre simultaneamente em todos os 15 Comandos Regionais, que abrangem os 141 municípios do Estado. Ele destacou que, neste ano, um dos focos será a segurança para que a população possa fazer suas compras de final de ano, em todas as regiões de comércio popular.

“Precisamos incentivar que os cidadãos saiam de casa para suas compras e fazer com que a economia gire. Para isso, a função da Polícia Militar é garantir que a população saia e retorne para casa em segurança, assim como os comerciantes, para que possam contar com a PM para que nenhuma ocorrência seja registrada em seus estabelecimentos”, destaca o comandante-geral.

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Coronel Mendes ressalta também que a Operação Final de Ano visará a segurança das residências, por meio de rondas ostensivas e patrulhamento, e fez orientações à população para denunciar qualquer situação que ocorra fora da normalidade.

“A Polícia Militar estará nas ruas em patrulhamento ostensivo, com o reforço do efetivo por meio de jornada extraordinária. Sabemos que em período festivo podem, infelizmente, ocorrer situações de violência familiar e orientamos a população para entrar em contato e faça denúncias assim que surgirem qualquer situação de perigo. Afirmamos que a PM se fará presente sempre que for acionada”, afirmou.

A Polícia Militar fará o policiamento ostensivo a pé, motorizada e montada (à cavalo) em lugares urbanos, de forma escalonada, visando manter a ordem pública e garantir a segurança. A operação terá duas fases – a primeira no período natalino (entre 16 e 25 de dezembro) e a segunda no período de ano novo (entre 26 de dezembro e 1º de janeiro).

Além do efetivo policial ostensivo, os policiais militares do setor administrativo reforçarão as equipes de rua, bem como todas as unidades especializadas da PMMT, como o Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria) e Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA), além do apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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