POLÍCIA
Operação cumpre 36 mandados contra traficantes que vendiam drogas online, em grupos de mensagens
POLÍCIA
A operação, coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município, cumpre os 19 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão nas cidades de Primavera do Leste e Rondonópolis e em Aragarças (GO).
A Derf de Primavera do Leste instaurou inquérito para apurar a existência de comércio ilícito de drogas realizada por meio de grupos no aplicativo Whatsapp. Nesses grupos, traficantes e usuários interagiam, comprando e vendendo entorpecentes e criando, assim, um canal direto entre quem anuncia e vende as drogas e os compradores e usuários. ![]()
Durante a investigação, que durou aproximadamente, três meses, a equipe da delegacia especializada identificou, pelo menos, 19 suspeitos que atuavam no tráfico. Nos grupos, os traficantes anunciavam a venda de maconha, ecstasy e cocaína.![]()
A Operação Mensageiros emprega um efetivo de 70 policiais civis das unidades da Delegacia Regional de Primavera do Leste, de Rondonópolis, Barra do Garças, além das Gerências de Operações Especiais (GOE) e de Combate ao Crime Organizado (GCCO).
O nome da operação faz menção ao modus operandi adotado pelo grupo criminoso de anunciar drogas por meio de aplicativos de mensagens instantâneas.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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