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Operação cumpre 16 ordens judiciais em investigação sobre crimes violentos ocorridos em Barra do Bugres

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Barra do Bugres e da Gerência de Combate ao Crime Organizado, deflagrou nesta terça-feira (07.06) a Operação Attentus Status, com o cumprimento de 16 ordens judiciais de busca e apreensão domiciliares nos municípios de Barra do Bugres e Brasnorte.

Os mandados judiciais foram expedidos pelo juízo da 3ª Vara Criminal de Barra do Bugres dentro da investigação realizada em conjunto pela Delegacia de Barra do Bugres e GCCO.  A operação tem como alvo associações criminosas voltadas ao tráfico de drogas na região e envolvidas com uma onda de crimes violentos ocorridos no município.

Diversos locais, identificados como pontos de venda de entorpecentes e também por servirem como estrutura para membros de organizações criminosas são alvos da ação policial.

Participam da operação mais de 80 policiais de unidades da Diretoria de Atividades Especiais e da Delegacia Regional de Tangará da Serra.

O nome da operação, expressão em latim que significa Estado Atento, faz alusão à constante presença estatal frente ao crescente número de crimes violentos registrados nos últimos meses na região.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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