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Operação cumpre 10 ordens judiciais contra alvos investigados por tráfico de drogas em Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, deflagrou nesta sexta-feira (1º.07) a Operação Vetus Centrum para o cumprimento de 10 ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão contra alvos investigados por tráfico de drogas e homicídio. 

Equipes das Delegacias de Peixoto de Azevedo, Matupá, Itaúba, Terra Nova, Guarantã do Norte, Sinop, Colíder e Alta Floresta estão nas ruas para cumprir os mandados contra integrantes de facções criminosas que oprimiam moradores durante a comercialização de drogas na região. 

A operação, cujo o inquérito tramita em segredo de justiça, tem como alvo os principais pontos de vendas de droga, dentro do município de Peixoto de Azevedo.  

Vetus Centrum 

O nome da operação faz alusão a frase em latim “Centro Antigo” (Vetus Centrum) visando restabelecer a ordem em bairro bastante conhecido na cidade.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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