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Operação Colossus cumpre 21 mandados contra investigados por tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (07.12), em Campos de Júlio, no noroeste do estado, a Operação Colossus para cumprimento de 21 ordens judiciais contra investigados por crimes de tráfico de entorpecentes, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Após representação da Delegacia de Campos de Júlio, foram deferidas pelo Poder Judiciário sete prisões preventivas, nove buscas e apreensões e cinco bloqueios bancários e sequestros de contas vinculadas aos investigados. Os valores bloqueados somam mais de R$ 250 mil.

Durante a operação, as equipes policiais apreenderam armamentos, objetos furtados, porções de drogas já embaladas para a venda, além de aparelhos celulares e máquinas de cartão de crédito que auxiliam nas ações da organização criminosa.

Conforme a investigação, os alvos da operação atuam em rede integrada no comércio de entorpecentes, lavagem de capital, venda de objetos furtados e estelionato, formando uma associação criminosa com predominância na região de Campos de Júlio. O principal alvo da operação está foragido até o momento.

A Polícia Civil apurou também que, além do controle da venda de drogas na região, os principais criminosos adquiriram patrimônio, incluindo imóveis e veículos, com o dinheiro do tráfico e lavagem de capital.

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“As investigações prosseguem para apurar as movimentações financeiras e bens adquiridos ilicitamente pelos investigados”, apontou o delegado Mateus Reiners.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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