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Novo comandante assume Força Tática do 1º Comando Regional de Cuiabá

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O tenente-coronel Cleverson Leite de Almeida assumiu como novo comandante da Força Tática do 1º Comando Regional, em solenidade realizada na manhã desta quarta-feira (16.03), em frente a futura sede da unidade, no bairro Quilombo. Durante o evento, o tenente-coronel Osmário Cícero de Oliveira Júnior realizou a transferência da função de comandante ao tenente-coronel Leite, depois de quase três anos liderando a unidade.

A solenidade foi presidida pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Jonildo José de Assis, que agradeceu aos serviços prestados pelo tenente-coronel Osmário, que esteve à frente da unidade desde o ano de 2019. O coronel Assis também aproveitou a oportunidade para dar as boas-vindas ao tenente-coronel Leite, que assume o comando da Força Tática, na capital.

Em sua fala, o comandante do 1º Comando Regional da PM, coronel José Nildo de Oliveira, lembrou o compromisso do tenente-coronel Osmário para arrecadar recursos para a construção da sede da unidade, que será localizada ao lado da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro Quilombo. “Demonstrou habilidades de verdadeiro líder, envolvendo a comunidade e seus comandados em projetos ousados, como do projeto da futura sede da Força Tática, de modo com que a unidade atenda a toda região metropolitana e leve mais segurança aos moradores dos bairros Quilombos e adjacentes da capital”, afirmou o comandante.

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Ao se despedir da função de comandante, o tenente-coronel Osmário, agradeceu aos familiares e companheiros da instituição que o ajudaram no tempo que ficou como comandante da unidade. “Hoje, a Força tática é uma unidade consolidada, caminhando a passos largos para o crescimento e estruturação ainda maior”, afirmou o tenente-coronel, que ainda disse estar tranquilo para os novos desafios que a unidade enfrentará com o novo comandante.

O novo comandante da Força Tática do 1º Comando Regional, tenente-coronel Leite, é bacharel em Segurança Pública pela Academia Costa Verde, formado no ano de 1998. Também possui pós-graduação em Aperfeiçoamento de Oficiais (2008) e Curso Superior de Polícia (2019). Além disso, participou de cursos voltados para áreas de inteligência, gestão estratégica de gerenciamento de crises, proteção e segurança de autoridades, entre outros.

O tenente-coronel Leite, ingressou na corporação no ano de 1994 e foi promovido ao atual posto em 2016. Já foi comandante da 2º Cia Rotam/Bope da PMMT entre 2008 e 2009; comandante do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), entre 2015 e 2016; comandante do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), entre 2017 e 2019; e atualmente estava exercendo a função de comandante-adjunto com 7º Comando Regional e comandante da Força Tática do CR7.

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Também participaram do evento o coronel Wilker Soares Sodré, comandante subchefe de Estado-Maior Geral; coronel Edvan Manoel de Azevedo, comandante do Comando Especializado da PMMT (Cesp); coronel Paulo César da Silva, comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da PM (Deip); coronel Januário Batista, comandante da Direção de Gestão de Pessoas (DGP), entre outras autoridades militares e civis

 
Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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