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Mulher que fazia contabilidade financeira de facção é presa pela Polícia Civil

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Uma jovem responsável pela contabilidade financeira de uma facção criminosa instalada em Mato Grosso, foi presa pela Polícia Civil, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, na terça-feira (30.05), em Cuiabá.

A suspeita de 24 anos estava com a prisão preventiva expedida pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.

O mandado judicial foi cumprido pelos policiais civis da Polinter em uma casa no bairro Renascer, após troca de informações com a equipe da Delegacia de Juína (735 km a noroeste da Capital).

A procurada era encarregada pelo controle do tráfico de drogas cometido pela facção criminosa a qual integra, nos municípios de Campo Verde e Chapada dos Guimarães.

Ainda conforme apurado, ela era quem fazia as anotações em planilhas, referentes ao recebimento dos subornos e propinas, distribuição de entorpecentes e arrecadação de valores em todo Estado.

Ao ser presa, a investigada foi conduzida até a Polinter para as providências cabíveis, e posteriormente apresentada para audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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