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Mulher é presa preventivamente após descumprir prisão domiciliar em Marcelândia

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Uma jovem de 22 anos foi presa preventivamente pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (24.04), em Marcelândia, no norte do estado, pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Ela estava em prisão domiciliar, que foi suspensa após a investigada descumprir medidas cautelares, como o desligamento da tornozeleira eletrônica, monitoramento à qual estava submetida após ter sido condenada por tráfico de drogas em ação de 2021.

No ano seguinte, ela foi flagrada novamente vendendo e usando entorpecentes, mesmo estando gestante e na presença da filha de dois anos.

A investigada responde a outros quatro processos, todos por tráfico de drogas. Diante do descumprimento das medidas impostas judicialmente, C.M.F., teve a prisão preventiva decretada após perder recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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