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Mulher é presa após aplicar golpes do falso Pix em farmácia em Sinop

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Uma mulher suspeita de aplicar diversos golpes do falso Pix em farmácias foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (01.02), em ação dos policiais da Divisão de Estelionato da 1ª Delegacia de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá).

No mês de janeiro, a menor fez uma compra no valor de R$ 1,2 mil, em medicamentos, que foram entregues em seu endereço e como forma de pagamento enviou um comprovante falso de Pix.

Como esta não teria sido a primeira vez que a suspeita aplicou este tipo de golpe, o proprietário da farmácia procurou a Polícia Civil para denunciar o caso. Após o golpe, a suspeita entrou em contato com a farmácia mais uma vez e fez um novo pedido para ser entregue em sua casa e novamente enviou um comprovante falso de transferência via Pix.

Diante da nova situação de golpe, a equipe da Divisão de Estelionato foi acionada, conseguindo realizar a prisão em flagrante da mulher, no momento que os produtos eram entregues.

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A suspeita foi encaminhada para a Central de Flagrantes de Sinop, onde após ser interrogada foi autuada pelo crime de estelionato, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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