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Mais de 850 alunos participam de ações do De Cara Limpa Contra as Drogas em Tabaporã

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Camila Molina/Polícia Civil-MT

Mais de 850 pessoas, sendo a grande maioria alunos do ensino médio e fundamental participaram de ações promovidas pela Polícia Civil, por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária e Delegacia de Tabaporã (643 km a médio-norte de Cuiabá), nesta terça e quarta-feira (22 e 23.03), dando início aos trabalhos do Programa De Cara Limpa Contra as Drogas no município.

As ações do programa De Cara Limpa Contra as Drogas serão desenvolvidas pelas equipes da Polícia Comunitária, Delegacia de Tabaporã e Conselho de Segurança Pública (Conseg), sendo o evento de abertura realizado na manhã de terça-feira (22), na Câmara de Vereadores do município.

Na abertura do evento, o coordenador de Polícia Comunitária, delegado Jefferson Dias, falou sobre o trabalho da Polícia Comunitária e explanou um pouco sobre o Programa De Cara Limpa Contra as Drogas, que busca através de ações de prevenção afastar crianças e adolescentes do mundo das drogas e seus riscos, por meio de atividades dentro do ambiente escolar.

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“Estamos aqui para mostrar que a Polícia Civil, por meio da Polícia Comunitária, não está atuando somente no combate ao crime, mas também com a prevenção, cuidando e prestando atenção nas crianças e jovens para que eles não se envolvam com drogas e outras situações que podem levar à criminalidade”, disse o delegado.

Dando continuidade as ações, os policiais estiveram na Escola Estadual Saldanha Neto, onde realizaram palestra para 628 pessoas, entre alunos do 7º, 8º, 9º do ensino fundamental e do ensino médio, além de pais e servidores, nos períodos, matutino, vespertino e noturno.

Durante o evento, foi abordado com os estudantes e demais participantes sobre os malefícios das drogas no organismo, além das situações de risco que a pessoa que faz uso de entorpecentes pode se envolver.

Na quarta-feira (23), o evento foi realizado na Escola Municipal Menino Jesus, onde mais 230 alunos do 4º ao 6° ano dos períodos matutino e vespertino tiveram a oportunidade de assistir a palestra e tirar dúvidas com os policiais. Todos os eventos contaram com a participação do mascote da Polícia Comunitária “Bom Dog”, que fez a alegria da criançada.

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Para a investigadora da Polícia Comunitária, Laura Léa, essas ações nas escolas trazem uma nova visão para os alunos que participam das atividades promovidas. “Muitos alunos já vivenciaram situações de uso de drogas na sua família, muitas vezes dentro da sua própria casa. Durante a palestra e conversa direta, eles podem esclarecer dúvidas e ver que existem outras alternativas longe do consumo de drogas e outras substâncias”, disse a investigadora.

As ações contaram com apoio da equipe de policiais de Tabaporã, vereador e investigador de polícia, Cleiton Francisco Alves, do escrivão, Rodrigo Lopes Lima e a investigadora, Larissa Figueiredo França.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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