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Mais 130 quilos de entorpecentes são incinerados em Rondonópolis; ano já soma 800 quilos destinados à queima

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Assessoria/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil incinerou nesta quarta-feira (16.03), em Rondonópolis, mais 130 quilos de entorpecentes, entre cocaína, pasta base, maconha e skunk, apreendidos em ações repressivas e investigativas pelas forças de segurança do município.

Esta é a terceira incineração realizada apenas neste ano e já somam mais de 800 quilos de drogas encaminhados para queima, após autorização judicial.

Os entorpecente incinerados correspondes às apreensões efetuadas em diversas acões das Polícias Civil, Militar, Rodoviária Federal e Penal, que resultam em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis.

Com acompanhamento da Vigilância Sanitária e representantes do Ministério Público, Poder Judiciário, os entorpecentes foram incinerados em fornos de uma empresa no Distrito Industrial da cidade.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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