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Irmãos condenados por homicídio há 20 anos são presos em Campinápolis

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Policiais civis de Campinápolis, na região leste do estado, cumpriram nesta quarta-feira (22.06) a prisão de dois irmãos condenados por um homicídio ocorrido na cidade de Água Boa, há 20 anos.

Os dois irmãos, de 37 e 38 anos, estavam com os mandados de prisão em aberto no processo criminal em que foram condenados ao cumprimento de 26 anos de reclusão.

As prisões definitivas foram decretadas em 2018 e, desde então, eles eram considerados foragidos. Após levantamento da localização dos dois, os investigadores de Campinápolis conseguiram efetuar o cumprimento dos mandados. 

Os dois condenados passaram pelo exame de corpo de delito e foram apresentados em audiência de custódia.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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