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Investigado por estupro contra criança em MT é preso pela Polícia Civil no interior catarinense

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

O autor de um estupro de vulnerável cometido no interior de Mato Grosso foi preso nesta terça-feira (15.02) em Santa Catarina.

O criminoso foi localizado após a investigação sobre o paradeiro dele realizada pela Delegacia de São José do Rio Claro e apoio da Agência de Inteligência do 14°BPM. Ele foi preso na cidade de Jaraguá do Sul, no norte catarinense.

Conforme a investigação, em julho do ano passado a mãe da vítima procurou a Delegacia de São José do Rio Claro e declarou que sua filha apresentou comportamento estranho. Ao conversar com a criança de seis anos, ela descobriu que seu ex-genro cometeu os abusos contra a menor de idade, que foram confirmados em exame médico.

O investigado teve a prisão representada pela Polícia Civil à Justiça e estava foragido até esta terça-feira, quando foi localizado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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