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Integrante de organização criminosa é preso pela PM por tráfico de drogas

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Policiais militares do 11º Batalhão prenderam em flagrante, nesse domingo (17.12), um homem por tráfico de drogas, no bairro Jardim das Oliveiras II, em Sinop (480 km de Cuiabá). O suspeito afirmou ser integrante de uma organização criminosa no município.

Por volta de 22h, as equipes viram o homem andando com uma sacola plástica por uma região de mata, nas proximidades da Rua das Avenças.

O local é utilizado como ponto de compra e venda de entorpecentes. Ao perceber a presença dos policiais, o suspeito jogou a sacola, tentou correr da abordagem e foi detido logo em seguida.

Com ele, as equipes encontraram uma porção de maconha e, no pacote que o suspeito havia arremessado, um tablete e diversas porções do mesmo produto ilícito. À PM, o suspeito afirmou ser integrante de uma organização criminosa e o responsável pela venda de drogas na região.

O suspeito ainda contou que, antes de ser detido, aguardava um dos clientes na região de mata. O homem e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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