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Homem investigado por homicídio encomendado por facção criminosa é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil em Peixoto de Azevedo prendeu nesta segunda-feira (16.05) um homem investigado por cometer um homicídio, por encomenda, em razão de uma dívida no valor de R$ 3.000,00 com uma facção criminosa, no norte de Mato Grosso.

O homicídio ocorreu em 11 de setembro do ano passado. A vítima, Francisco Chagas dos Santos Silva Júnior, de 35 anos, foi morta na frente de uma casa de forró, no bairro Mãe de Deus. Ele foi atingido pelas costas e na região da nuca por disparos de arma de fogo de calibre .38 e morreu ainda no local.

O crime teria sido encomendado para quitar uma dívida que o suspeito tinha com a facção criminosa.

O mandado de prisão foi cumprido na divisa dos municípios de Peixoto de Azevedo e Matupá, depois do autor ficar foragido por cinco meses.

O delegado Geordan Fontenele explica que as investigações prosseguem para coletar mais informações e chegar à prisão de outros envolvidos no homicídio.

Após a formalização do mandado de prisão, o autor do homicídio será encaminhado à unidade prisional do município.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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