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Homem é preso em flagrante pela Polícia Civil por golpe do Pix em farmácia

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A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (02.03), em Alta Floresta, um suspeito de praticar golpes contra o comércio local.

O criminoso estava aplicando o conhecido ‘golpe do Pix’ em uma farmácia da cidade e causou com prejuízo de mais de 800 reais ao estabelecimento.

Chamou a atenção dos policiais civis a compra feita por ele, de produtos supérfluos como shampoos, sorvetes e perfumes.

O suspeito também tentou efetuar outros golpes em estabelecimentos diversos de Alta Floresta, como hamburguerias e restaurantes, na modalidade do “Pix agendado”.

Ele foi encaminhado à Delegacia de Alta Floresta e autuado pelo crime de estelionato.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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