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Grupo armado sequestrou funcionário de concessionária, roubou uniforme e veículo para interditar pista e queimar caminhões na BR-163

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Nos últimos dias, o estado de Mato Grosso vem sofrendo com a escalada de violência empregada nas manifestações. Os atos que anteriormente ocorriam de maneira pacífica transfiguraram-se em ataques criminosos, como: depredação de patrimônio publico, perseguição a população, coação física e moral contra motoristas.

Desde o primeiro momento a Polícia Rodoviária Federal buscou garantir a livre mobilidade nas rodovias federais de forma pacífica mantendo os manifestantes fora das rodovias, garantindo tanto o direito de ir e vir da sociedade quanto o direito de manifestação pacífica de cada indivíduo.

Na tarde da última segunda-feira (21), homens encapuzados renderam um funcionário da concessionaria que administra o trecho da BR-163 entre Sinop-MT e itaúba-MT roubando um veículo e o uniforme do trabalhador.

Os criminosos utilizaram o automóvel da concessionária para interditar a via, em seguida outras pessoas invadiram a pista e obrigaram os motoristas a desembarcarem dos respectivos caminhões, momento em que atearam fogo em ambos os veículos sobre a via.

Os veículos foram destruídos pelas chamas antes que o atendimento da concessionária chegasse ao local.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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