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Forças integradas apreendem 2,2 toneladas de cloridrato de cocaína em Sinop e Poconé

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Duas operações conjuntas das forças estaduais de segurança com a Polícia Federal realizadas neste domingo (26.02) resultaram na prisão de um piloto e apreensões de um aeronave e de aproximadamente  2,2 toneladas de cloridrato de cocaína.

As primeiras apreensões, de 462 kg e uma aeronave (Cesna Aircraft), aconteceram no final da manhã, no aeroporto de Sinop (500 km de Cuiabá). Nessa, o piloto, um homem de 25 anos, foi preso em flagrante delito. A segunda e maior apreensão, de 1,7 tonelada, ocorreu à noite na região do Pantanal mato-grossense, no município de Poconé (200 quilômetros de Cuiabá).

Essas ações mobilizaram equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), órgãos vinculados operacionalmente à Secretaria de Segurança Pública, e policiais militares do 3º Comando Regional de Sinop.  

A droga estava dividida em 64 volumes. Na aeronave, no aeroporto de Sinop, foram encontrados 14 fardos. Em Poconé, a droga estava escondida em uma área de mata densa, ocultada com mantas de lona, dividida em 50 fardos. Na mesma região do Pantanal onde a droga foi apreendida as forças policiais descobriram uma pista de pouso clandestina.

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Essa operação é resultado de um trabalho de monitoramento e investigação na área de fronteira. As primeiras apurações indicaram uma possível ligação das drogas encontradas na aeronave e na região pantaneira.

Cloridrato de cocaína

O cloridrato de cocaína é a substância pura forma de um sal sem presença de impurezas ou adição de outros componentes usados no preparo para o comércio.
 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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