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Foragido por homicídio em Mato Grosso é capturado pela Polícia Civil em Goiás

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Um homicida foragido da Justiça teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta terça-feira (25.03), em ação integrada do Núcleo de Inteligência, da Delegacia Regional de Vila Rica, Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol). A prisão do procurado também contou com apoio da Polícia Militar de Goiás.

O foragido, de 39 anos, estava com mandado de prisão decretado pela Terceira Vara Criminal de Porto Alegre do Norte, pelo crime de homicídio. A ordem de prisão foi cumprida na cidade de Senador Canedo (GO), onde o suspeito foi localizado.

Durante investigações para cumprimento de mandados de prisão em aberto, a equipe do Núcleo de Inteligência da Regional de Vila Rica descobriu o paradeiro do procurado no município de Goiás.

Com base no levantamento, foi realizado o contato com a Polícia Militar do estado, que localizou o foragido, dando efetivo cumprimento à ordem judicial.

A ação integra os trabalhos da Operação Ámon (nome com origem no grego Ámmon ou Hámmon, que quer dizer “o oculto, “o escondido”), que tem como foco na localização e captura de foragidos da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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