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Foragido por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil na zona rural de Confresa

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Um homem considerado foragido da Justiça por crime de estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (14.02), em ação conjunta da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) e Delegacia de Ribeirão Cascalheira

O foragido de 48 anos estava com o mandado de prisão temporária decretado pela comarca de Ribeirão Cascalheira por crime de estupro de vulnerável.

Após troca de informações entre as duas unidades policiais, a equipe de investigadores da Delegacia de Confresa realizou diligências conseguindo localizar o foragido em uma chácara na zona rural do município, onde ele estava residindo com a sua esposa.

Depois de localizado, o investigado foi conduzido à Delegacia de Confresa para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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