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Foragido de Alagoas há sete anos por homicídio de irmão é preso no interior de MT

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Policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil cumpriram nesta quarta-feira (22.06), em Lucas do Rio Verde, o mandado de prisão de um foragido de Alagoas que era procurado pelo homicídio do próprio irmão.

L.F.S., de 30 anos, estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Comarca de Arapiraca, no interior alagoano. Desde a data do crime, estava foragido e após a localização dele em Mato Grosso, a Polícia Civil de Alagoas solicitou apoio à GCCO para o cumprimento do mandado.

O homicídio ocorreu em 29 de abril de 2015, quando o denunciado fez um disparo contra o próprio irmão, Leonício Ferreira da Silva, que foi atingido no pescoço.

O autor do crime e vítima estavam ingerindo bebida alcoólica na casa de uma familiar e depois de uma discussão entre eles, ocorreu o homicídio.

Familiares que estavam em uma igreja próxima à residência ouviram o disparo e socorreram a vítima, que ainda estava com sinais vitais, para uma unidade de emergência, mas Leonício foi a óbito logo depois.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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