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Foragido da Justiça há mais de 25 anos é preso em operação conjunta das Polícias Civis de MT e TO

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem que estava foragido há mais de 25 anos por furto de gado teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na terça-feira (22.02), na Operação Ámon, deflagrada em trabalho conjunto da Núcleo de Inteligência da Regional de Confresa com apoio da 66ª Delegacia de Polícia Civil de Miranorte, Tocantins.

O suspeito de 62 anos estava com a ordem de prisão decretada pela Comarca de São Félix do Araguaia pelo envolvimento no furto de 30 cabeças de gado, ocorrido no ano de 1998.

A prisão do foragido ocorreu após investigações realizadas pelo Núcleo de Inteligência Regional de Confresa para cumprimento de mandado de prisão de foragidos da justiça. Com informações sobre o paradeiro do foragido, os policiais entraram em contato com a Polícia Civil de Tocantins para localização do suspeito, que teve o mandado de prisão cumprido na cidade de Miranorte.

O preso está detido na Cadeia Pública de Miracema, porém será transferido para o Estado do Mato Grosso onde estará à disposição da justiça.

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Operação Ámon é um nome com origem no grego Ámmon ou Hámmon, que quer dizer “o oculto, “o escondido”.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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