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Foragido da Justiça é preso após companheira denunciar violência doméstica em Peixoto de Azevedo

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Um homem autor de violência doméstica e com mandado de prisão em aberto pelos crimes de sequestro e lesão corporal foi preso pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (19.09), após sua companheira procurar o Núcleo da Mulher da Delegacia de Peixoto de Azevedo (691 km ao norte de Cuiabá) para requerer medidas protetivas.

Enquanto a vítima estava na delegacia registrando o boletim de ocorrência, o suspeito de 35 anos mandava áudios em seu celular, proferindo ameaças e injúrias, mandando que ela voltasse para casa para limpar e fazer comida para ele.

Durante checagens no sistema, os policiais descobriram que além da violência doméstica contra a atual companheira, o suspeito estava com um mandado de prisão em aberto, decretado pela Comarca de Alto Taquari, pelos crimes de sequestro e lesão corporal.

Diante dos fatos, os investigadores da Delegacia de Peixoto de Azevedo empreenderam diligências até o distrito de União do Norte, a cerca de 70 quilômetros da cidade, onde localizaram o foragido, dando efetivo cumprimento ao mandado de prisão.

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Ele foi conduzido à Delegacia de Peixoto de Azevedo para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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