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Foragido da Justiça de MT por violência doméstica tem prisão cumprida no Pará

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Um homem procurado pela Justiça por crimes de violência doméstica cometidos no município de São José do Xingu (1.200 km a nordeste de Cuiabá), foi localizado e preso após investigação da Polícia Civil de Mato Grosso.

O suspeito de 28 anos teve a prisão cumprida nesta segunda-feira (27.02), na zona rual do Santana do Araguaia, no Estado do Pará. Ele responde por lesão corporal, ameaça e carcere privado, praticados contra a ex-esposa.

Durante diligências para apurar o paradeiro do investigado, os policiais civis do Nucléio de Inteligência (NI) da Delegacia Regional de Confresa com apoio da Delegacia de São José do Xingu, identificaram o foragido trabalhando em uma fazenda no Pará.

Diante das informações levantadas foi solicitado apoio à Polícia Militar do distrito da Vila Mandi, no município de Santana do Araguaia, a qual efetuou a prisão em cumprimento da ordem judicial.

Em seguida o preso foi conduzido para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.

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A ação faz parte da operação “Amon”, deflagrada pela Polícia Civil para dar cumprimento a mandados expedidos contra autores de crimes.

O nome Amón é de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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