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Foragido da Justiça de Mato Grosso tem prisão cumprido no Pará

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Um homem procurado pela Justiça de Mato Grosso, pelo crime de estupro de vulnerável cometido em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), foi preso na cidade de Santana do Araguaia, no Pará, no domingo (09.04).

A ação para cumprimento do mandado integra a Operação “Amón”, e a prisão foi realizada pela Polícia Militar de Santana do Araguaia, em apoio os policiais civis no Núcleo de Inteligência (NI) da Delegacia Regional de Confresa.

O suspeito teve a ordem judicial de prisão preventiva decretada pela 3ª Vara da Comarca de Porto Alegre do Norte, pelo crime de estupro de vulnerável contra uma menina de 9 anos, cometido em fevereiro de 2021.

Conforme apurado, na época dos fatos, o investigado era companheiro da avó da vítima, e aproveitando-se da condição da criança estar na residência situada na zona rural de Confresa, na noite do dia 14 de fevereiro, ele praticou os atos libidinosos.

O crime foi visualizado pelo irmão da menina, que fez a denúncia. Em seguida o suspeito fugiu, e por não possuir residência fixa, não foi localizado.

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Após cumprimento do mandado judicial, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Operação “Ámon” faz referência a palavra de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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