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Foragido da Justiça de Chapada dos Guimarães é preso em Rondonópolis

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Um foragido da Justiça da Comarca de Chapada dos Guimarães (67 km ao norte de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na tarde desta sexta-feira (14.07), no município de Rondonópolis (212 km ao sul da Capital).

O suspeito de 28 anos estava com mandado de prisão priventiva em aberto, decretado pela 2ª Vara Criminal e Cível da Comarca de Chapada dos Guimarães, pelo crime de roubo.

Os policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher realizavam diligências, quando identificaram que uma pessoa procurada pela Justiça havia saído da cidade de Guiratinga para Rondonópolis.

Com base nas informações a equipe passou a monitorar as imediações da Rodovia MT 270, quando avistaram um automóvel Fiat Bravo da cor branca, o qual foi abordado.

O carro havia uma mulher e o condutor, que ao ser entrevistado demonstrou bastante nervosismo. Na ocasião o motorista se apresentou com nome falso, porém, após checagem no sistema foi constatada a ordem de prisão contra o ele.

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Diante dos fatos, o homem foi conduzido até a DEDM de Rondonópolis para as providências cabíveis em cumprimento a prisão preventiva, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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