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Fiscalização Ambiental :Em uma tarde PRF flagra 04 veículos de carga cometendo crime ambiental

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Polícia Rodoviária Federal realizou na última segunda (18/03) fiscalização ambiental com foco em emissões veiculares nos municípios de Cáceres e Poconé em MT. Foram flagrados quatro veículos de carga cometendo crime ambiental ao liberar resíduos gasosos em desacordo com o Art. 54, parágrafo 2º, inciso V da Lei de Crimes Ambientais.

Em Cáceres, com apenas 10 minutos de fiscalização, os três primeiros caminhões abordados apresentaram irregularidades no funcionamento do Sistema SCR (Selective Catalytic Reduction), responsável pelo tratamento dos gases de combustão por meio do aditivo conhecido como “Arla-32”.

Dois deles estavam com o aditivo adulterado, conforme verificação realizada com o reagente químico “negro de eriocromo-t”. O terceiro veículo estava com a bomba injetora do aditivo queimada e trafegava com o tanque de Arla-32 vazio.

Todos os veículos exibiam o aviso de “altas emissões” ativo no painel, evidenciando a negligência das empresas responsáveis em realizar a manutenção.

O quarto veículo abordado utilizava Diesel S500, proibido para veículos produzidos a partir de 2012.

Ressalta-se que em Rondonópolis/MT, já foram flagrados só neste ano de 2024, quase 30 veículos cometendo crimes relacionados à emissão poluidora.

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Veículos que circulam sem o uso regular do Arla podem poluir até 5 vezes mais do que aqueles que o utilizam. Já o Diesel S500 é 50 vezes mais nocivo que o Diesel S10, combustível regulamentar para a frota de caminhões fabricados a partir de 2012.

Os caminhões que são flagrados cometendo este crime são apreendidos conforme o Art. 25° da Lei de Crimes Ambientais e ficam à disposição do Ministério Público e do IBAMA para as devidas providências.

Essas ações de fiscalização são cruciais para proteger o meio ambiente e garantir que as leis ambientais sejam cumpridas

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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