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Ex-servidora é suspeita de desviar mais de 330 mil do HSG em Mirassol d´Oeste.

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A Polícia Civil investiga um suposto desvio de valores público envolvendo uma das funcionárias do HSG- Hospital Samuel Greve no município de Mirassol d´Oeste a 296 Km de Cuiabá-MT. A diretora da unidade, Liria Simone Essi  procurou á delegacia da cidade para registrar um boletim de ocorrências assim que percebeu os indícios de desvios nas contas bancárias da fundação que administra o hospital.

Conforme á  diretora , o desvio chega a R$ 338 mil reais e foi constatado após a exoneração da servidora pública ocupante do cargo de “Diretor Administrativo Financeiro” da Fundação Municipal de Saúde Prefeito Samuel Greve.

O delegado responsável pelas investigações, Dr. Matheus Prates, disse que está apurando os crimes de Peculato ( Desvio indevido ou proveito próprio de recursos público por funcionário público) e falsificação de documentos e que as penas  podem alcançar 18 anos de reclusão.

Liria lamentou informando que  o valor desviado pela servidora pode não ser resgatado. Segundo ela, a suspeita era “viciada” em jogos de apostas e perdeu todo o dinheiro.

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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