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Estão abertas as inscrições para 2º Encontro das Mulheres da Polícia Civil

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Já está disponível o link de acesso para inscrição para o 2º Encontro das Mulheres da Polícia Civil, que será realizado no próximo dia 18, no auditório da Academia de Polícia Civil (Acadepol), situada na Avenida Dr. Meirelles, nº 3823, bairro São João Del Rei, em Cuiabá.

O evento tem como público-alvo todas as mulheres policiais civis e demais prestadoras atuantes no órgão. As inscrições podem ser feitas por meio do link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdmCYEF5GvZrGD5rbY9MTRLXDvCL0DoP4oxEHcXJb8kseUZ1w/viewform?usp=header.

A programação contará com uma roda de conversa com a Diretora-Geral da PC, Daniela Maidel, que vai abordar o tema “Mulher nos espaços de poder”. Além das palestras “Cuidado integrado: a saúde da mulher em todas as fases da vida”, com a médica ginecologista Renata Libardi, e “Cuidados pessoais e autoestima feminina, com o médico cirurgião plástico Michel Patrick.

LINKS

Para as inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdmCYEF5GvZrGD5rbY9MTRLXDvCL0DoP4oxEHcXJb8kseUZ1w/viewform?usp=header.

Para acessar toda a programação:
https://heyzine.com/flip-book/04cc94c95d.html#page/1

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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