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Equipes campeãs dos Jogos da Polícia Civil recebem troféus na Acadepol

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A vibração das equipes vencedoras marcou o encerramento da 10ª edição Jogos Internos da Polícia Civil na entrega dos troféus para as cinco primeiras colocadas em evento de premiação, realizado na tarde de segunda-feira (21.11), na Academia de Polícia Civil (Acadepol). Muito animadas, as equipes já iniciaram o planejamento para os próximos jogos, previstos para outubro de 2023.

Na classificação final, foram consagradas como equipes campeãs da 10ª edição dos Jogos: 1ª lugar a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) com 895 pontos; 2º lugar Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) Cuiabá com 495 pontos; 3º lugar Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) com 420 pontos; 4º lugar Delegacia de Nova Mutum com 345 pontos; 5º lugar Diretoria de Execução Estratégica com 290 pontos. 

Realizado anualmente com a finalidade de promover a integração desportiva e sociocultural entre os policiais civis, lotados na capital e interior do estado, o evento é promovido pela Acadepol, com o objetivo de oportunizar ao servidor a prática esportiva que proporcione saúde, bem-estar, aptidão física, desenvolvimento motor, criatividade, integração social, contribuindo para a uma vida alegre e saudável.

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Além dos policiais integrantes das equipes vencedoras, estiveram presentes no evento de premiação, diretores da Polícia Civil, o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer,  Jefferson Neves e o judoca mato-grossense David Moura. Durante o encontro, as equipes traçaram objetos para o próximo ano, com a expectativa da participação de maior número de policiais no evento esportivo.

Idealizador e organizador de todas as edições dos jogos das Polícia Civil, o investigador e professor, Claudinei Farina, destacou a importância de todos colaboradores e parceiros na consolidação dos jogos e falou que com o encerramento, já começam os preparativos para a 11ª edição dos jogos, no mês de outubro de 2023. 

“A cada ano, os jogos da Polícia Civil estão tomando dimensão maior. Mesmo após dois anos sem realização devido a fatores externos como a pandemia, a tendência agora com o retorno do evento é o aumento das modalidades disputadas, assim como de participantes. Agradeço a todos os parceiros, acadêmicos e colaboradores. Todos são fundamentais para realização dos jogos”, afirmou. 

Para a delegada Juliana Chiquito Palhares, titular da DRE, unidade que ficou em terceiro lugar na competição, a entrega dos troféus foi marcada como um momento de alegria e confraternização, em que todos os presentes vibraram junto às equipes vencedoras. 

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“Foi um momento em que falamos sobre atividade física, saúde física e mental e o quanto tudo isso é importante para a atividade policial, além da criação de laços, conhecer novos colegas. Muitas equipes que vem do interior trazendo uma oportunidade maior de interação e fica o gostinho de quero mais para o ano que vem”, disse a delegada;

O diretor de Atividades Especiais, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, que teve duas unidades da sua diretoria (GCCO e DRE) entre as primeiras colocadas ressaltou a qualidade do evento realizado pela Polícia Civil de Mato Grosso e a importância do esporte como formação do caráter, trabalho em equipe, liderança, respeito ao próximo. 

“Podemos dizer que tivemos um evento esportivo com alto padrão de qualidade, com os melhores locais para a realização das dispostas e nível técnico de competição, proporcionando uma competição saudável tanto para parte física como mental dos servidores”, disse o diretor.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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