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Em Sorriso/MT, ônibus que voltava de Brasília é apreendido pela PRF

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Na tarde do dia 09 de janeiro, em Sorriso/MT, uma equipe PRF abordou um ônibus que voltava de Brasília.

O veículo era responsável por transportar passageiros até o local dos atos que culminaram nos acontecimentos do dia 08 de janeiro, na sede dos três poderes.

Inicialmente, o condutor negou o envolvimento dizendo que apenas viajava fazendo transporte de pessoas de Cuiabá a São Paulo. Porém, após entrevista minuciosa, admitiu ter levado passageiros da cidade de Tangará da Serra/MT e de Cuiabá/MT até Brasília.

Conforme a lei 14.197/21, que alterou o Código Penal Brasileiro, esse tipo de conduta enquadra-se no artigo 359-L, Incitação ao Crime, com pena de 4 a 8 anos de reclusão.

O ônibus, o motorista, e uma lista com o nome dos passageiro foram apreendidos e encaminhados até a Polícia Judiciária para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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