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Em Sinop-MT, PRF recupera veículo com registro de apropriação indébita

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Equipe PRF recuperou na manhã de hoje (26), na BR 163 em Sinop-MT, um veículo com Boletim de Ocorrência por queixa de apropriação indébita.

Durante a abordagem, a motorista informou aos policiais que havia recebido o veículo do seu ex-marido e que estava com o veículo há aproximadamente 5 anos, não tendo conhecimento da situação.

Ao consultar os sistemas disponíveis, os policiais constataram que o veículo, de propriedade de uma locadora de carros, possuía registrado um boletim de ocorrência da data de 21/03/2017, por queixa de apropriação indébita, na Delegacia do Aeroporto Internacional de São José dos Pinhais-PR.

Diante dos fatos, a mulher foi conduzida à Polícia Judiciária de Sinop-MT para as providências julgadas cabíveis, a princípio, por receptação e apropriação indébita de veículo.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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