POLÍCIA
Em Cuiabá / MT, PRF encontra substância entorpecente sendo transportada em ônibus
POLÍCIA
Na tarde de ontem (07), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizando atividade de enfrentamento ao tráfico de drogas na BR 364, em Cuiabá – MT, apreende substância entorpecente em um ônibus com auxílio de cão farejador.
Uma equipe da PRF realizava policiamento para coibir a criminalidade em rodovias, quando foi abordado um ônibus que realiza a linha Rio Branco/AC x Goiânia/GO.
Durante os procedimentos foi identificado, com auxílio de cães farejadores, no compartimento de bagagens a possível presença de substância entorpecente em uma das malas. Após identificar também a dona da bagagem, foram localizados 06 tabletes de cocaína e 2 tabletes de skunk, totalizando aproximadamente 09 kg das substâncias.
A passageira relatou que buscou o entorpecente na rodoviária da cidade de Cuiabá/MT e que levaria até a cidade de Goiânia/MG.
Diante das informações obtidas foi constatada, a princípio, ocorrência do crime de tráfico de drogas. A autora foi conduzido à Polícia Judiciária.
Fonte: PRF MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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