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Dois condutores foram presos em Várzea Grande/MT por dirigir sob influência de álcool

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No sábado (14) durante comando de alcoolemia (Lei Seca) realizado pela PRF no Trevo do Lagarto, em Várzea Grande/MT, dois condutores foram presos por dirigir sob influência de álcool.

Ao realizar o teste do etilômetro, o primeiro condutor teve o resultado de 0.36mg/L (miligramas por litro de ar expelido pelos pulmões), já o segundo teve 0.74mg/L como resultado.

Ambos os condutores foram enquadrados, a princípio, no crime de conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência, e encaminhados para a Polícia Judiciária para que fossem tomadas as providências necessárias.

Em Mato Grosso, desde o início do ano de 2023, a PRF já deteve 26 pessoas por dirigir alcoolizadas. No ano de 2022, 647 pessoas foram detidas.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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