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Depois de fugir por três anos de crime em Rondônia, criminoso é localizado em VG pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande prenderam nesta quarta-feira (26), C.W.B. de 39 anos, procurado por estupro ocorrido em Rondônia, em 2020.

O criminoso era procurado desde agosto do ano passado, quando foi deflagrada a Operação Agosto Lilás, de combate a crimes de violência doméstica e sexual em Mato Grosso. Nesta quarta-feira, a equipe policial da DEDM conseguiu chegar ao paradeiro dele, após o foragido se esconder por quase três anos, sempre mudando de endereços para escapar da prisão.

C.W.B. se passava por pastor de uma igreja e fugiu para Mato Grosso após cometer o crime na cidade de Rolim de Moura, no interior de Rondônia, investigado pela Delegacia da Mulher do município.

Após o cumprimento do mandado, ele foi encaminhado a uma unidade prisional do município, onde aguardará determinação judicial para o recambiamento a Rondônia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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