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Dema apura denúncias de maus-tratos a animais em Cuiabá e Várzea Grande

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A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) realizou na quarta e quinta-feira (20 e 21.12) a Operação Sansão para apurar denúncias de maus-tratos a animais domésticos, com base em denúncias recebidas pelo disque denúncia 197.

As equipes da Dema cumpriram 19 ordens de serviço em diferentes bairros de Cuiabá e Várzea Grande e fiscalizaram canis.

Durante o trabalho de averiguação, a equipe da Dema orientou os tutores sobre a importância dos cuidados com animais domésticos, bem como da necessidade de criá-los de forma adequada.

Os policiais civis também passaram instruções sobre as sanções aplicadas a quem mantém o animal em situação de descuido e negligência.

O crime relacionado a animais domésticos, como cães e gatos, está previsto no Artigo 32, da Lei 9.605/98, e define pena de reclusão de dois a cinco anos e multa.

Nome da operação

Sansão faz referência ao cachorro da raça pitbull, que teve suas patas traseiras arrancadas por agressores com o uso de um facão, em junho de 2020, em Minas Gerais.

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Com ajuda de uma prótese desenvolvida em Denver, nos Estados Unidos, e doado pela associação de proteção animal Patas Para Você, o cachorro começou a andar novamente.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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