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Delegados em formação participam de Curso de Prevenção e Reação à Violência Urbana

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Camila Molina/Polícia Civil-MT

Dez delegados da 17ª turma em formação  participaram do Curso de Prevenção e Reação à Violência Urbana, promovido pela Polícia Civil, por meio da Gerência de Operações Especiais (GOE). O curso tem o objetivo alertar os policiais para os riscos quando estão descaracterizados, seja nos momentos de folga ou até mesmo em serviço.

O treinamento com carga horária de 20 horas/aulas teóricas e práticas ocorreu entre os dias 19 a 20 de março nas dependências da GOE, com ações voltadas à precaução e prudência, visando evitar o perigo e resguardar a integridade física do profissional.

Uma das propostas trabalhadas é o desenvolvimento e aprimoramento da postura preventiva do policial contra a violência urbana. Além de aperfeiçoar as técnicas de tiro policial, focadas no combate aproximado nessas situações em que o policial estiver portando sua arma de forma velada.

Segundo o instrutor da GOE, Edcarlos da Silva Campos, o curso inicia com a parte teórica, em que é explicado sobre a prevenção e reação urbana, e como o policial deve se comportar em posse de sua arma independente de estar de folga ou trabalhando.

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Na parte teórica, os alunos simulam situações do policial à paisana, sem uso de colete, portando sua arma e sendo vítima de alguma situação. “O treinamento tem o objetivo de capacitar o policial a reagir a uma situação da melhor forma e o mais rápido possível, protegendo a própria vida e a de quem estiver com ele”, explicou o instrutor.

A delegada, Anna Marien, disse que o curso surpreendeu todos que participaram, uma vez que quebra paradigmas e ensina o policial a se comportar tanto nos momentos de folga como em serviço.

“Entendemos que o processo de capacitação deve ser continuado, por isso o Curso de Prevenção e Reação à Violência Urbana é tão importante. Gostaria de agradecer a todos os instrutores da GOE que não mediram esforços para simular situações cotidianas, bem como nos orientar como agir nessas ocasiões”, disse a delegada.

O delegado, Guilherme Pompeo Pimenta Negri, destacou que por meio do curso foi possível ter a consciência da necessidade do treinamento constante, uma vez que mesmo em momentos de folga, podem ocorrer situações em que o policial precisa estar preparado para agir.

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“A instrução abordou o ciclo necessário que policial precisa para prevenção, antecipando qualquer incursão e emboscada, agindo de forma rápida e efetiva, procurando abrigo e dando resposta imediata”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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