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Delegada participa do II Encontro de Vereadoras do Estado de Mato Grosso

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A Polícia Civil, representada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, participou na quarta-feira (19.04), do II Encontro de Vereadoras do Estado de Mato Grosso, promovido pela União das Câmaras Municipais (UCMMAT).

No evento, a delegada titular da DEDM-Cuiabá. Jozirlethe Magalhães, palestrou sobre o tema “Violência Polícia de Gênero”, Ssendo falado todo o contexto normativo, aspectos jurídicos e práticos, bem como, algumas reflexões a serem trabalhadas no sentido de melhor aplicar o ordenamento jurídico.

Conforme a delegada Jozirlethe, dentre os 22 países da América Latina e Caribe, o Brasil só fica à frente de Belize e Guatemala em termos de participação da Mulher no Parlamento.

“A Lei 14192.21 trata da violência política de gênero e delimita seu conceito com base no que prescreve a Constituição Federal, em seu art 3°, com base na Convenção para eliminação de todas as formas de violência, na Convenção de Belém do Pará e na própria Declaração Universal dos Direitos Humanos”, destacou ela.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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