POLÍCIA
Criminosos condenados por estupro de vulnerável são presos em Cuiabá pela Polícia Civil
POLÍCIA
Um deles, de 57 anos, foi preso nesta quinta-feira (09.03), no bairro Pedra 90, em cumprimento ao mandado de prisão definitiva decretado pela 14a Vara Criminal de Cuiabá. O crime ocorreu em 2017, quando a vítima tinha 10 anos.
Em depoimento especial, a criança relatou morava com a mãe e o padrasto e quando o casal brigava, o homem se aproveitava da situação e ia ao quarto da vítima, onde cometia os abusos sexuais. A vítima narrou ainda que os abusos cessaram quando a mãe se separou do companheiro. Contudo, quando a mãe retomou o relacionamento com o abusador, a criança revelou sobre os abusos sofridos ao seu pai.
Segunda prisão
Na semana passada, a equipe da Deddica cumpriu a prisão de outro criminoso, que cometeu abusos sexuais contra a ex-enteada. O homem de 27 anos foi condenado em decisão também da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.
O crime ocorreu em 2016, contra a vítima que tinha 11 anos à época. A criança ficava em uma chácara, que era dos pais do abusador, para que sua mãe pudesse trabalhar em outro local próximo à propriedade. Na chácara, o criminoso se aproveitava que não havia outras pessoas na casa e entrava no quarto onde estava a vítima e cometia os abusos sexuais. Em depoimento especial, ela contou que não contou antes sobre os abusos porque sentia medo do suspeito.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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