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Condenado a 15 anos de prisão é localizado pela Polícia Civil em VG

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Policiais da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) prenderam na manhã desta quinta feira (11.01), G.R.S, 37 anos, que estava com a prisão definitiva decretada pela 2ª Vara de Criminal de Cuiabá por condenação a 15 anos de detenção.

Ele foi localizado no bairro Colinas Verdejantes e no momento da abordagem tentou fugir da equipe policial, mas foi contido. G.R.S. tem várias passagens criminais por roubo, porte ilegal de arma de fogo, ameaça e tráfico de drogas.

Após o cumprimento do mandado, o preso será encaminhado à audiência de custódia no Fórum de Cuiabá.

A Polinter iniciou 2024 intensificando o cumprimento de mandados de prisões em parceria com unidades policiais de Mato Grosso e também de outros estados.

“Essa troca de informações possibilitou o aumento do número de prisões no ano passado”, destacou a delegada Sílvia Pauluzi de Siqueira. Em 2023, a Polinter cumpriu 240 prisões de foragidos da justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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