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Comprimidos utilizados como “rebite” são apreendidos pela PRF em Várzea Grande

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Ontem pela manhã (28.03), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal realizava fiscalização na BR 070, município de Várzea Grande/MT, quando avistou uma motocicleta com o farol dianteiro de LED e o condutor utilizando chinelos não fixados aos pés.

Ao fazer a abordagem, foi realizada uma busca no veículo, momento em que o condutor demostrou nervosismo exacerbado de modo que a equipe decidiu fazer uma busca em sua bagagem.

Dentro dela foram encontrados nove cartelas de anfetaminas (nobésio extra forte) com quinze comprimidos cada e mais 107 comprimidos avulsos armazenados em um recipiente, totalizando 242 comprimidos.

O nobésio possui em sua composição a droga anfetamina, um tipo de estimulante do sistema nervoso central. A substância encontrada é proibida pela ANVISA, sendo importada e comercializada ilegalmente no país. Ela costuma ser usada por motoristas para inibir o sono e prolongar a viagem, desrespeitando, muitas vezes, a lei do descanso, e colocando em risco o próprio condutor e os usuários das rodovias federais.

Diante dos fatos, o homem foi detido, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado junto a motocicleta à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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