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Cinco pessoas envolvidas em golpes de estelionato são presas na Operação Miqueias

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Cinco pessoas envolvidas em golpes de estelionatos cometidos pela internet tiveram mandados de prisão cumpridos na manhã desta quinta-feira (21.10), na Operação Miqueias, deflagrada pela Polícia Civil do Ceará com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá.

Os mandados de prisão foram expedidos com base em investigações da Delegacia de Juazeiro do Norte (CE) iniciadas no mês de maio deste ano para apurar crime de estelionato, na modalidade do golpe do “Falso Intermediador de Vendas”.

Nas investigações, foi identificado o envolvimento de suspeitos em Mato Grosso, sendo representando pelos mandados de prisão dos suspeitos e solicitado o apoio da Delegacia de Estelionato de Cuiabá para cumprimento das ordens judicias.

As prisões dos investigados foram cumpridas nos bairros Planalto, Florianópolis e Paiaguás em Cuiabá e bairro São João em Várzea Grande. Além dos policiais da Delegacia de Estelionato, a ação com apoio das equipes da Gerência Estadual de Polinter e Capturas e Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

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Nome da Operação

O nome da operação faz referência ao versículo da Bíblia Miqueias 7:5, “Não confie nos vizinhos; nem acredite nos amigos. Até com aquela que o abraça tenha cada um cuidado com o que diz”.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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