POLÍCIA
Cinco motoristas são presos por embriaguez ao volante em Cuiabá
POLÍCIA
Cinco motoristas foram presos por embriaguez ao volante na 35ª Operação Lei Seca, na noite desta quarta-feira (13.04), na Avenida Dante Martins de Oliveira, no bairro Campo Verde, em Cuiabá.
Na operação, 14 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática. Foram realizados 169 testes de alcoolemia, no entanto, 14 motoristas se recusaram a fazer o teste.
Outros 15 motoristas foram detidos por conduzirem sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 38 por estarem com veículo sem registro ou não licenciado.
Nesta operação, foram registrados 90 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Quinze motoristas assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) sendo 14 por conduzirem sem possuir CNH e um por conduzir veículo gerando perigo de dano.
Ao todo, 157 veículos foram fiscalizados, dentre eles, 58 foram removidos, dos quais 55 carros e três motocicletas. Outros 64 foram autuados. Os agentes recolheram 19 CNHs e dois Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVs).
A Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e contou com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran); da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran); do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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