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Celular é recuperado pela Polícia Civil poucas horas após furto e supeito é preso

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Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), identificaram e prenderam em flagrante o autor de um furto, ocorrido na quarta-feira (19.10). O aparelho celular subtraído, da marca Samsung, foi recuperado.

A vítima de 55 anos procurou a Delegacia de Confresa, informando que estava no pátio do posto de combustível fazendo o jantar ao lado do seu caminhão, e deixou o celular sobre a mesa, quando um indivíduo pegou o celular e saiu correndo.

O comunicante relatou que visualizou o suspeito fugindo, e ainda correu atrás dele, mas não conseguiu alcançá-lo. A vítima do furto descreveu as características físicas e vestes do suspeito, e os policiais civis passaram a diligenciar.

Durante investigação na região do Setor Vila Nova, a equipe encontrou um indivíduo com as características em um bar. Ato contínuo foi realizada a abordagem e apreendido o celular furtado.

O suspeito de 35 anos foi conduzido, interrogado e preso em flagrante delito. Após a confecção dos autos, ele foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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