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Cavalaria da PM reforça policiamento na região central de Cuiabá

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O Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria) da Polícia Militar de Mato Grosso lançou, na manhã desta terça-feira (10.05), mais uma edição da Operação Centauro, em Cuiabá. O objetivo da operação é reforçar a segurança na área central e comercial da Capital, além de celebrar o Dia da Cavalaria, comemorado em 10 de maio.

Nesta fase da operação, será reforçada a segurança por meio do policiamento montado e patrulhamento tático. Estão integrando a operação o efetivo de 34 policiais militares, 20 cavalos e três viaturas da PM.

O policiamento montado tem o objetivo de preservar a ordem pública, transmitir sensação de segurança à população, inibir e combater a prática de delitos e outras condutas inconvenientes. 

A operação é liderada pelo comandante do Regimento de Policiamento Montado, tenente-coronel Walmir Rocha. 

Dia da Cavalaria

O dia da cavalaria é celebrado no dia 10 de maio como uma homenagem a Manuel Luís Osório (Patrono da Arma de Cavalaria), ele nasceu em 10 de maio de 1808 e entrou para a história como um dos maiores representantes desse tipo de combate. O cavalariano recebeu a alcunha de “O Legendário”.

 
Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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