POLÍCIA
Cavalaria da PM leva alegria e descontração a pacientes do Hospital de Câncer de Cuiabá
POLÍCIA
O cavalo Atack, um dos animais da unidade especializada da PM, percorreu os corredores das alas pediátricas e clínicas do hospital caracterizado com um gorro de Natal e desenhos de corações espalhados pelo corpo, chamando atenção de adultos e crianças.
A pequena Sylvia Maelly, de apenas 10 anos, foi uma das corajosas a subir no animal e contou que ficou muito feliz com a visita.
“Ele é muito lindo, dócil e bonzinho. Eu sou apaixonada por cavalos e fiquei muito surpresa pela visita e animada em poder montar o Atack”, contou bastante animada.![]()
Quem também se divertiu durante a visita do Atack foi o João Guilherme, de 9 anos, que deu cenoura diretamente na boca do cavalo. “Foi uma experiência bem legal e eu nunca tinha feito isso antes, na vida. O cavalo é muito bonito, grande e bem manso”, disse, muito empolgado.
Além das crianças, o Acenildo Teixeira, de 42 anos, ressaltou que ficou encantado com a visita do animal e da Polícia Militar.
“A PM está de parabéns pelo trabalho e pela ação conosco aqui no Hospital do Câncer. Essa é a primeira vez que tenho contato com algum animal durante tratamento oncológico e fiquei surpreso pela iniciativa”, disse.![]()
O soldado PM Maycon Fioreze, da unidade especializada, explicou que o contato do animal com os pacientes libera endorfina e beta endorfina, que são substâncias responsáveis pelo bem estar pessoal, e que podem auxiliar no processo de recuperação dos pacientes.
Ele ainda ressaltou que o projeto de visitação ao hospital, que teve início neste ano, é um dos trabalhos sociais da Cavalaria, e que exige uma série de cuidados e estratégias para garantir a melhor locomoção do animal dentro do Hospital do Câncer.
“Fizemos diversas reuniões para montarmos uma programação adequada e o percurso a se fazer no hospital, e também tivemos que trabalhar com a sensibilização dos animais. Mesmo eles já acostumados com o público nas ruas, aqui é um processo diferente”.
A supervisora de Voluntariado do Hospital Cleuza Pereira afirmou que a visita potencializa a recuperação de pacientes infantis, porque oferece melhora emocional e psicológica, o que aumenta a receptividade ao tratamento convencional com radioterapia e quimioterapia.![]()
“É sempre uma imensa alegria receber a Cavalaria da Polícia Militar aqui no hospital para trazer um pouco de alegria, descontração e esperança aos nossos pacientes oncológicos. Sem dúvida, essa iniciativa acelera o processo de recuperação deles, pois é um grande momento de descontração e interação de todos”, afirmou.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, que também participou da visita, parabenizou os policiais militares da Cavalaria pela iniciativa de promover bem-estar aos pacientes e funcionários do Hospital do Câncer de Cuiabá, em especial nesta época do ano.
“Com muita alegria, trouxemos também parte do nosso Corpo Musical da Polícia Militar para celebrarmos a vida, em especial neste final de ano, com os pacientes oncológicos e colaboradores do hospital. A visita é uma forma de aproximar a população da instituição e atualmente na PM temos inúmeros projetos sociais que visam garantir apoio assistêncial, edução e segurança para população”, finalizou.![]()
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Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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