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Batalhão Ambiental prende homem e apreende 129 quilos de pescado irregular

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Policiais militares do Batalhão Ambiental apreenderam, na noite desta terça-feira (07.06), 129 quilos de pescado irregular, em Sinop (480 km de Cuiabá). Na ação, um homem, de 42 anos, foi preso em flagrante pelo crime de transporte e comércio de pesca proibida.

Segundo informações do boletim de ocorrência, por volta das 21h33, uma guarnição estava em ronda próximo a uma usina no município, quando foram informados de uma situação irregular em um pesqueiro na região. 

Rapidamente, os policiais se deslocaram para o local informado e se depararam com um motorista de um veículo modelo Fiat Uno, de cor prata. Durante revista, foram encontrados no porta malas do carro 129 quilos de pescado, da espécie “cachorra”, sem a cabeça. 

Aos militares, o suspeito relatou que possuí carteira de pescador, mas que o documento estava vencido desde o último mês de abril. O homem, a carga e o veículo foram entregues à delegacia para registro do boletim de ocorrências e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia  

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A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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