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Autoridades são homenageadas por contribuição ao trabalho do Comando de Policiamento Especializado da PM

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O Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar de Mato Grosso homenageou autoridades militares e membros da sociedade civil com a entrega de uma moeda honorífica, em reconhecimento aos trabalhos prestados em conjunto à PMMT. A solenidade foi realizada na manhã desta terça-feira (11.10), no auditório da Escola Estadual Militar Tiradentes, em Cuiabá.

A moeda honorífica da CPE foi instituída por meio da portaria nº 007 de dezembro de 2019 e destina-se a homenagear aqueles que, por seus esforços de comprovada dedicação e zelo, tenham prestado relevantes serviços ao Comando de Policiamento Especializado da PMMT.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, presidiu a solenidade e parabenizou todos os homenageados, destacando que a entrega das moedas possui um caráter honroso e de forte aclamação para todos aqueles que não medem esforços e que apoiam sempre o trabalho da PMMT e da segurança pública do Estado.

Para o comandante do Comando de Policiamento Especializado (CPE), coronel Paulo César da Silva, a solenidade se apresenta como “comemoração dos feitos e avanços alcançados e, também, fazer o reconhecimento das grandes personalidades que em algum momento contribuíram ou que ainda contribuem, direta ou indiretamente, com a Polícia Militar”, afirmou.

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Entre os militares contemplados com a entrega da moeda estavam o comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Côrrea Mendes; o comandante da 13º Brigada de Infantaria Motorizada, general de Brigada Kurt Everton Werberich; comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militares, coronel BM Alessandro Borges Ferreira, o subchefe de Estado Maior-Geral da PMMT, coronel Wilker Soares Sodré, o secretário adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), coronel Juliano Chirolli.

Já entre as autoridades civis homenageadas estavam presentes o secretário de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) Fábio Pimenta, o secretário de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) Basílio Bezerra, o presidente da MT Participações e Projetos (MTPAR) Wener Santos, a juíza da 7º Vara Criminal Ana Cristina Silva Mendes, o juiz da 11º Vara da Justiça Militar Marcos Faleiros da Silva, e o juiz titular do Juizado Volante Ambiental Rodrigo Curvo, entre outros.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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