CUIABÁ

POLÍCIA

Autor de homicídio em praça pública no interior é preso preventivamente pela Polícia Civil

Publicados

POLÍCIA

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Juscimeira, no sul do estado, cumpriu na terça-feira (04) a prisão do autor de um homicídio ocorrido no ano passado, em uma praça pública da cidade.

Josivaldo Soares Farias, conhecido como “carreteiro” e “Raul Seixas”, de 51 anos, foi morto no dia 28 de abril do ano passado. O corpo dele foi encontrado na entrada do banheiro público da praça central da cidade, com aproximadamente 11 perfurações no tórax e no braço esquerdo.

Imediatamente, a Polícia Civil iniciou uma investigação para elucidar o crime e identificar a autoria. Durante as investigações, L.F.S., 23 anos, foi apontado como suspeito de ser o autor do homicídio.

Investigação

As primeiras informações coletadas pela equipe de investigação da Delegacia de Juscimeira apontaram que pouco antes de morrer, Josivaldo esteve na noite do dia 27 de abril em um bar da cidade.

Imagens de câmeras de segurança mostraram a vítima caminhando do bar até a praça central, à noite, junto com outro homem que carregava uma mochila. As câmeras captaram ainda o momento em que o homem, por volta das 23h, se agachou na porta do banheiro da praça e fez gestos com golpes e depois fugiu do local.

Leia Também:  PRF apreende defensivo agrícola em Sorriso

Outras diligências realizadas pela equipe policial reuniram informações que também apontaram o suspeito como autor do homicídio.

Em diligências na residência do suspeito do crime, os policiais civis foram informados pela mãe que o filho saiu para trabalhar, no dia sequente ao crime, em uma fazenda na região de Sapezal e ele estaria incomunicável e somente daria notícias quando quisesse.

Com base nas evidências reunidas no inquérito, o delegado Sérgio Luis de Almeida representou ao juízo da Vara Única de Juscimeira pela prisão preventiva do autor do crime.

Após tratativas da Polícia Civil para sua apresentação, depois de um ano foragido, L.F.S. se entregou na delegacia nesta terça-feira, quando a ordem de prisão foi cumprida.

O investigado foi encaminhado para audiência de custódia da Justiça e, posteriormente, enviado à unidade prisional de Jaciara. presídio. O inquérito será concluído com o indiciamento de L.F.S. por homicídio qualificado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

Publicados

em

Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

Leia Também:  Sesp entrega medalhas a profissionais de segurança por contribuíram com a redução de índices criminais

As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA